domingo, 14 de abril de 2013

O "mais dedicado" funcionário da Bayer: Dr. Mengele

A PSEUDO CIÊNCIA NAZISTA das grandes corporações 

Norah André

Pseudo cientistas continuam realizando  experimentos em animais, mesmo sabendo que isto é AMORAL, ANTI ÉTICO e INÚTIL. 

Como temos visto, ou o fazem por ignorância científica pura e simplesmente __ incapazes que são de desenvolver/utilizar métodos substitutivos já à disposição, como por exemplo, os BIO-CHIPS, também conhecidos como LAB-ON-A-CHIP (chips que carregam dentro de si tecido humano). __ 
ou, associado a isso, vem a GANÂNCIA de usar seres inofensivos, numa "troca de favores" remunerada com "fabricantes de animais" e os lobbies farmacêuticos. 

Esta panela corrupta se retroalimenta, certificando-se mutuamente, com direitos extras à captação de mais verbas para "pesquisas" que nunca renderão qualquer resultado, mas que serão vistosamente publicadas, "qualificando" os sem qualificação. 
Nada como uma "boa panelinha" .... 




Na época do III Reich, Mengele, um "médico" "igualmente muito respeitado na Alemanha" prestava-se a testar substâncias produzidas pela BAYER (parte então da IG Farben) nos prisioneiros dos campos de concentração. 
Nada como uma "boa panelinha", volto a dizer. 
A gigante farmacêutica enviava os frascos sem rótulo "para não correr riscos" de que seus "segredos" acabassem nas mãos das concorrentes...

.
O fato é: talvez tenha sido desta forma INADMISSÍVEL que a Bayer conseguiu "alguns sucessos", uma vez que experimentava em humanos.
Porém, também neste caso, é EVIDENTE a MA FÉ, a falta de ÉTICA e os interesses espúrios que sempre andaram associados à "medicina humana" e aos lobbies farmacêuticos. 
A BAYER chegou a ser processada por seu envolvimento direto com Mengele: http://community.seattletimes.nwsource.com/archive/?date=19990218&slug=2944937 

Adicionalmente, além da Bayer, as empresas Daimler-Chrysler, Volkswagen, BMW & Siemens foram igualmente processadas por usar os prisioneiros dos campos de concentração como mão de obra escrava. 
"Gente boa", não? 
Naquele processo legal, lia-se claramente a seguinte afirmação, fundamentada em depoimentos dos sobreviventes do campos nazistas: 
"Bayer provided toxic chemicals to the Nazis. . . . Some of those experiments involved injecting concentration-camp inmates with toxic chemicals and germs known to cause diseases in order to test the effectiveness of various drugs manufactured by Bayer." 

 Já em 1947 os jornais denunciavam a "estranha proteção" conferida à Bayer e à IG Farben, mesmo após as denúncias de seu envolvimento nos "testes" em campos de concentração.. Mudou alguma coisa de lá para cá? Acho que com certeza NÃO
http://www.mega.nu/ampp/bayer.html 


caricatura da época
 _ We're not allowed to let I.G. Farben stay out in the rain", a caricature out of the magazine of the US Society to Stop the Third World War.(1947)









O "mais dedicado" funcionário da Bayer: Dr. Mengele 


A serviço do então do conglomerado petroquímico-farmacêutico-militar-industrial.




Em uma série de documentos só recentemente descobertos, existe uma carta na qual  o então Diretor de Vendas Bayer, Wilhelm Mann, elogiou os "experimentos" do famoso nazista Dr. Joseph Mengele em Auschwitz e prometeu discutir o financiamento da empresa. "Anexei o primeiro cheque", escreveu Mann.  "As experiências do Dr. Mengele devem, como nós dois concordamos, ser continuadas. Heil Hitler!" 

Ao que Mengele teria respondido, em carta seguinte, aos seus patrões da Bayer:
"Lancei-me ao meu trabalho de todo coração, especialmente porque eu tenho a oportunidade de testar as nossas preparações. Sinto que estou no paraíso." (1)


Outro empregador Mengele durante a guerra parece ter sifo o Instituto Kaiser Wilhelm (KWI), controlado pelos Rockefellers. (2) Em Auschwitz e no KWI, Mengele supervisionou milhares de mortes - às vezes em um único dia. 


(Natal no Instituto Kaiser Wilhelm)

Suas inúmeras experiências horríveis com anões e gêmeos outras vítimas de "experiências" e "assassinato" estão bem documentados.

Entre os documentos existentes, que cobrem o tempo de Mengele em Auschwitz, está um documento que ele assinou para acompanhar a cabeça de um menino cigano 12 anos de idade. (Em várias ocasiões, a cabeça de um paciente com infecção gangrenosa rosto foi removida e enviada para o Instituto Kaiser Wilhelm.) (3)

A bem da verdade e do compromisso com os fatos, Mengele não foi o único a fazer este tipo de "trabalho" para a IGFarben e a Bayer. Houve uma infinidade de "cientistas" dispostos a fazê-lo e a lucrar com isso.





Dr. Karl Clauberg, um professor de ginecologia na Prússia Oriental e  autor de uma série de livros científicos e tratados,fechou um acordo comercial com a IG Farben  para testar a suas drogas farmacêuticas em prisioneiros de Auschwitz, em troca do que a empresa concordou em pagar-lhe considerável soma de dinheiro para cada projeto.(4) Num destes casos, por exemplo, a droga testada foi o calladium sequinum (droga capaz de gerar a esterilidade em ambos os sexos), para o que a SS lhe "alocou" 150 mulheres holandesas judias.

Outro fato documentado é o de um dos médicos da SS em Auschwitz, Dr. Helmut Vetter, um funcionário da Bayer de longa data,  envolvido no teste de vacinas e medicamentos experimentais da Bayer em presos. (Mais tarde executado para dar injeções letais nestes mesmos prisioneiros).
http://opadml.blogspot.com.br/2007/06/mengele.html

Embora o Tribunal de Nuremberg tenha indiciado 24 membros do conselho e executivos da IG Farben  com base em crimes contra a humanidade, apenas 13 receberam penas de prisão. E as sentenças que receberam foram descritas pelo Procurador Chefe de Nuremberg como "leves o suficiente para agradar a um ladrão de galinha".


Segundo o testemunho do médico da  SS Dr. Hoven, durante o Tribunal de Crimes de Guerra de Nuremberg:. "Deve ser do conhecimento geral, e especialmente em círculos científicos alemães, que a SS não tinha cientistas notáveis ​​ao seu dispor. Os experimentos nos concentração campos com preparações da IG só ocorreram no interesse da IG, que se esforçou por todos os meios para determinar a eficácia dessas preparações. Eles [só] deixaram o trabalho sujo nos campos de concentração para a SS. O IG não tinha a intenção de trazer nada disso em aberto, mas sim de colocar uma cortina de fumaça em torno das experiências, de modo que ... eles poderiam manter os lucros para si. Não é a SS, mas o IG tomou a iniciativa para os experimentos de campo de concentração . "

O pesticida de cianeto usado para aniquilar mais de um milhão de pessoas tanto em Auschwitz-Birkenau, como no campo de extermínio de Majdanek, era de patente da IGFarben. A fórmula de Zyklon B usado nas câmaras de gás foi deliberadamente feita sem o odorante aviso normal.  A IG Farben também forneceu para a SS  o metanol usado para queimar os cadáveres.

Logo no início dos anos 1950 um número considerável daquelas mesmas pessoas condenadas por assassinato, saques e escravidão em massa estavam de volta ao comando das próprias empresas - Bayer, Hoechst e BASF, formada a partir dos ativos da IG Farben em 1952.
Os proprietários destas "novas" empresas  foram também acionistas da IG Farben.
Assim, embora a gravidade dos crimes cometidos pela IG Farben devesse significar que a empresa era corrupta demais para ser autorizada a continuar a existir, isto parece ter sido suplantado por outros "interesses"Aqueles mesmos que ajudaram a subida de Hitler ao poder, __desde o know-how técnico para suas guerras de agressão e do holocausto, __estavam de volta no controle da indústria.

Para continuar com suas mesmas "políticas".
Apenas para citar um de inúmeros exemplos, em 2001, a Bayer teve que recolher sua droga anti-colesterol Baycol/ Lipobay,  ligada a mais de 100 mortes e 1.600 casos de pessoas profundamente adoecidos por seus efeitos colaterais. O então Ministro da Saúde da Alemanha acusou a Bayer de haver escondido resultados da pesquisa documentando efeitos colaterais letais do Baycol por quase dois meses antes que o governo de Berlim fosse informado.


O que MUDOU? 
Mudaram as vítimas. Não o CRIME de tratar seres viventes como mercadoria DESCARTÁVEL, LUCRATIVA e ASSASSINÁVEL, segundo os interesses dos exploradores de escravos de cada ocasião. "Negócios de ocasião", provavelmente é o lema da Bayer, entre outras.






Os mesmos que hoje "zelam" por nossa saúde e produzem as transgênicos __ a MONSANTO é BAYER __ que a tudo o mais esterilizam. ELIMINANDO a NATUREZA e seus processos naturais. 
Para estas "coisas" nem a vida dos humanos __ que continuam sem uma verdadeira medicina dedicada aos seus interesses e à cura __ nem a dos não humanos inutilmente assassinados e envenenados tem qualquer valor. 
TUDO é um "meio" de que se valem para seus próprios fins.
Não pensem que também nós não somos "cobaias de laboratório". 
Continuamos morrendo de doenças de outra forma perfeitamente tratáveis e eventualmente curáveis e/ou sendo vítimas de medicamentos anteriormente "testados" em animais em ensaios pré-clínicos, como os chamam.  
A única diferença real é que para estas corporações toda a Terra se resume a um único de grande "laboratório", onde as mortes, fome, etc são tratadas como "perdas contabilizáveis" ....



Trata-se, eu creio, de uma LAMA que parece não ter fundo. 
Não há um só canto do planeta Terra onde esta corja não tenho infiltrado as garras para sugar a vitalidade do planeta, seja sob que meio for e afetando e matando não importa a quem ou o quê. 
Que o digam inclusive as abelhas, que hoje estão desaparecendo graças aos pesticidas à base nicotina produzidos fartamente pela mesma Bayer de então ...





Namaste.

Sugestão:
Sugiro a todos estudar todo o conteúdo desta matéria, em inglês, sobre o Histórico da Bayer desde o seu (lastimável) surgimento em 1863. E sua estreita relação com empresas como a BASF e a  Hoechst, entre outras. (Reproduzo ao final, o original em inglês, para facilitar a consulta de todos)
http://www.gmwatch.org/gm-firms/11153-bayer-a-history
Neste pequeno texto vemos desde a criação de armas químicas empregadas na I Guerra Mundial, até os transgênicos da atualidade.
É de embrulhar o estômago de qualquer um ....
E ainda dizem por aí, a título de slogan: "Se é Bayer, é bom! ....."


Referências:
(1) "Headaches for Bayer" abcnews.go.com/onair/2020/2020_990611bayer.html
(2) - "Death in the Air," pp. 357-358; ver também "Emerging Viruses" p. 346
(3) - "The Last Nazi - the Life and Times of Dr. Joseph Mengele," Gerald Astor, 1985, p. 101
(4) id, p. 120



Bayer: a history

Bayer AG is a chemical and pharmaceutical giant founded in Barmen, Germany in 1863 by Friedrich Bayer and his partner, Johann Friedrich Weskott. Today it has its headquarters in Leverkusen, North Rhine-Westphalia, Germany. It trademarked acetylsalicylic acid as aspirin in 1899. It also trademarked heroin a year earlier, then marketed it world-wide for decades as a cough medicine for children "without side-effects", despite the well known dangers of addiction.
During the First World War, Bayer turned its attention to the manufacture of chemical weapons including chlorine gas, which was used to horrendous effect in the trenches. It also built up a "School for Chemical Warfare". During this time Bayer formed a close relationship with other German chemical firms, including BASF and Hoechst. This relationship was formalised in 1925 when Bayer was one of the chemical companies that merged to form the massive German conglomerate Interessengemeinschaft Farben or IG Farben, for short. It was the largest single company in Germany and it became the single largest donor to Hitler's election campaign. After Hitler came to power, IG Farben worked in close collaboration with the Nazis, becoming the largest profiteer from the Second World War. Amongst much else, IG Farben produced all the explosives for the German military and systematically looted the chemical industries of occupied Europe. It's been described as the Nazis' "industrial jackal" following in the wake of Hitler's armies.
During the Second World War, IG Farben used slave labour in many of its factories and mines and by 1944 more than 83,000 forced labourers and death camp inmates had been put to work in the IG Farben camp at Auschwitz in Nazi-occupied Poland. Auschwitz was a vast labour and death camp where more human beings were put to death than were killed in the whole of World War I. It was comprised by 3 main camps: Auschwitz I, a concentration camp; Auschwitz II (Birkenau), an extermination camp in which by 1944 some 6,000 people a day were being killed; and Auschwitz III, which supplied slave labour for the nearby IG Farben plant (Buna-Werke, also known as IG Auschwitz).
IG Farben's Auschwitz plant was a massive industrial complex. The largest outside of Germany, it consumed as much electricity as the entire city of Berlin. Built and run by slave labour, it is thought - at a conservative estimate - to have cost at least 35,000 lives. In 1941, Otto Armbrust, the IG Farben board member responsible for IG Farben's Auschwitz project, told his colleagues, "our new friendship with the SS is a blessing. We have determined all measures integrating the concentration camps to benefit our company." But not only did thousands of slave labourers die from the conditions in which they worked for IG Farben, those camp inmates who were viewed as too sick or weak to continue to labour in the IG Auschwitz plant were selected for the gas chambers. IG Farben paid 100,000 reichsmarks each year to the SS and in return was assured a continuous supply of fresh slave labour, while being "relieved" of unfit inmates.
Elie Wiesel, the writer, Nobel Laureate and Holocaust survivor, came to Auschwitz in 1944 and was sent with his father to IG Farben's Buna work camp. That same year, the Holocaust survivor and author Primo Levi was among 125 men selected at the railhead for labour at IG's Buna-Werke. One of only 3 survivors from this group, Levi later wrote about his experiences in searing detail: "A fortnight after my arrival there I already had the prescribed hunger, that chronic hunger unknown to free men... On the back of my feet I already have those numb sores that will not heal. I push wagons, I work with a shovel, I turn rotten in the rain, I shiver in the wind, already my own body is no longer mine: my belly is swollen, my limbs emaciated." In Night, Elie Wiesel's acclaimed memoir of his personal experiences of the Holocaust, he describes how veterans of IG's Buna-Werke told those who had arrived there late in the war that the brutal treatment they were experiencing was as nothing to what had previously been endured by the IG work force: "No water, no blankets, less soup and bread. At night we slept almost naked and the temperature was 30 below. We were collecting corpses by the hundreds every day... Work was very hard... [The gangmasters] had orders to kill a certain number of prisoners every day; and every week selection [for the gas chambers] - a merciless selection." 
When it came to "selection", it was an IG Farben subsidiary, with IG Farben managers on its Management Committee, that manufactured and supplied Zyklon B to the SS. This poisonous cyanide-based pesticide, on which IG Farben held the patent, was used during the Holocaust to annihilate more than a million people at both the Auschwitz-Birkenau and Majdanek extermination camps. The form of Zyklon B used in the gas chambers was deliberately made without the normal warning odorant. IG Farben also supplied the SS with the Methanol used to burn the corpses.

In 1946 the Nuremberg War Crimes Tribunal concluded that without IG Farben the Second World War would simply not have been possible. The Chief Prosecutor, Telford Taylor, warned: "These companies, not the lunatic Nazi fanatics, are the main war criminals. If the guilt of these criminals is not brought to daylight and if they are not punished, they will pose a much greater threat to the future peace of the world than Hitler if he were still alive." Their indictment stated that due to the activities of IG Farben "the life and happiness of all peoples in the world were adversely affected." Charges as grave as fomenting war and killing slave labourers were also added. In his opening statement the Nuremberg Chief Prosecutor pointed out that, "The indictment accuses these men of major responsibility for visiting upon mankind the most searing and catastrophic war in human history. It accuses them of wholesale enslavement, plunder and murder."  
According to the Nuremberg prosecutors, "We have seen Farben integrating itself with the Nazi tyranny, turning its technical genius to the furnishing of... commodities vital to the reconstruction of the German war machine, and emerging in Hermann Goering's entourage at the highest level of economic planning and mobilization for war. We have seen Farben poised for the kill, and subsequently swollen by economic conquest in the helpless occupied countries. Faced with a shortage of workers, we have seen Farben turn to Goering and Himmler, and persuading these worthies to marshal the legions of concentration-camp inmates as tools of the Farben war machine. We have seen these wretched workers dying by the thousands, some on the Farben construction site, many more in the Auschwitz gas chambers after Farben had drained the vitality from their miserable bodies... Literally millions of people were put to death in the very backyard of one of Farben's pet projects - a project in which Farben invested 600 million reichsmarks of its own money."
Although the Nuremberg Tribunal indicted 24 IG Farben board members and executives on the basis of crimes against humanity, only 13 received prison sentences. And the sentences they received were described by the Nuremberg Chief Prosecutor as "light enough to please a chicken thief". By the early 1950s a number of those convicted of slavery, looting and mass murder were back at the helm of the very companies - Bayer, Hoechst and BASF, formed out of the assets of IG Farben in 1952. The owners of these "new" companies were also the shareholders of IG Farben. Thus, although the gravity of the crimes committed by IG Farben meant the company was considered too corrupt to be allowed to continue to exist, it was supplanted by its key constituents - companies like Bayer which were owned, and directed at the highest level, by the very same people as IG Farben. Those who had helped Hitler to power and provided the technical know-how for his wars of aggression and the Holocaust, were back in control of the industry.
The Bayer executive Fritz ter Meer typifies the bounce back. An executive of IG for many years, the most senior scientist on its supervisory board and the chairman of its technical committee, he had become a Nazi Party member in 1937 and was the executive responsible for the construction of the IG Farben factory in Auschwitz, in which tens of thousands of slave labourers met their deaths. Ter Meer's own visits to Auschwitz and the detailed reports he received made it inconceivable that he did not have a clear picture of what was occurring. The Nuremberg War Crimes Tribunal found him guilty of plunder, slavery and mass murder. As a result, Ter Meer received the longest sentence of any of the IG Farben board members. But despite being found the most culpable of the men who, in the words of Chief Prosecutor, "made war possible... the magicians who made the fantasies of Mein Kampf come true", ter Meer was already out of prison by 1952. By 1956 he had become the chairman of the supervisory board of Bayer, a post he held until 1964. Even today Bayer continues to honour this convicted mass murderer. On All Saints Day 2006, for instance, the corporation is known to have laid a wreath on ter Meer's grave in Krefeld-Uerdingen, Germany. Yet for decades Bayer refused to pay compensation to its surviving slave labourers. Only after international protests did it eventually agree to pay damages - more than 50 years after the end of the war.
Bayer continued to grow in the post-war period, eventually becoming bigger than the whole of IG Farben even at its zenith. Even as part of IG Farben, Bayer had maintained its strength in pharmaceuticals. In fact, scientific experiments had been done specifically on behalf of Bayer in Auschwitz and other concentration camps. IG had footed the bill for the research of Josef Mengele, Auschwitz-Birkenau's infamous "Angel of Death", and some of his experiments utilised germs and pharmaceuticals provided by Bayer. Wilhelm Mann, whose father had headed Bayer's pharmaceutical department, wrote as head of IG's powerful pharmaceutical committee to an SS contact at Auschwitz: "I have enclosed the first cheque. Dr Mengele's experiments should, as we both agreed, be pursued. Heil Hitler." IG employee SS major Dr Helmuth Vetter, stationed at Auschwitz, participated in human medical experiments by order of Bayer. Prisoners died as a result of many of these experiments. Vetter was convicted of war crimes in 1947 and was executed in 1949 but Bayer's role only emerged later. In the Auschwitz files correspondence was discovered between the camp commander and Bayer. It dealt with the sale of 150 female prisoners for experimental purposes and involved haggling over the price. One exchange notes: "The experiments were performed. All test persons died. We will contact you shortly about a new shipment at the same price." According to testimony by SS physician Dr Hoven during the Nuremberg War Crimes Tribunal: "It should be generally known, and especially in German scientific circles, that the SS did not have notable scientists at its disposal. It is clear that the experiments in the concentration camps with IG preparations only took place in the interests of the IG, which strived by all means to determine the effectiveness of these preparations. They let the SS deal with the - shall I say - dirty work in the concentration camps. It was not the IG's intention to bring any of this out in the open, but rather to put up a smoke screen around the experiments so that... they could keep any profits to themselves. Not the SS but the IG took the initiative for the concentration camp experiments."
In the post-war years Bayer grew to become the third largest pharmaceutical company in the world. In the mid-1980s Bayer was one of the companies which sold a product called Factor VIII concentrate to treat haemophilia. Factor VIII turned out to be infected with HIV and in the U.S. alone, it infected thousands of haemophiliacs, many of whom died in one of the worst drug-related medical disasters ever. But it was only in 2003 that the New York Times revealed that Bayer had continued producing and selling this infected product to Asia and Latin America after February 1984 when a safe product had become available, in order to save money. Dr. Sidney M. Wolfe, who investigated the scandal, commented, "These are the most incriminating internal pharmaceutical industry documents I have ever seen."

In the early 1990's Bayer is said to have placed patients at risk of potentially fatal infections by failing to disclose crucial safety information during a trial of the antibiotic Ciproxin. Up to 650 people underwent surgery using Ciproxin without doctors being informed that studies (as early as 1989) showed Ciproxin reacted badly with other drugs, seriously impairing its ability to kill bacteria.

In 2001 Bayer had to recall its anti-cholesterol drug Baycol/Lipobay, which was subsequently linked to over 100 deaths and 1,600 injuries. Germany's health minister accused Bayer of sitting on research documenting Baycol's lethal side-effects for nearly two months before the government in Berlin was informed.

It is thought to have been partly in response to the impact of the Baycol scandal that Bayer bought the rival crop sciences unit of French company Aventis, which had absorbed part of Hoechst, in October 2001. Bayer CropScience was formed in 2002 when Bayer AG acquired Aventis CropScience and fused it with their own agrochemicals division (Bayer Pflanzenschutz or "Crop Protection"). The Belgian biotech company Plant Genetic Systems, also became part of Bayer via the acquisition of Aventis CropScience.

Today Bayer CropScience is one of Bayer's core business divisions, which include:
  • Bayer HealthCare: drugs, medical devices and diagnotic equipment;
  • Bayer MaterialScience AG: polymers and plastics;
  • Bayer CropScience: GM crops and agro-chemicals.
Bayer is the world's leading pesticide manufacturer and the world's seventh largest seed company. Bayer CropScience is responsible for the majority of GM field trials in European countries. Bayer's GM crops are mostly "Liberty Link" - designed to be resistant to its "Liberty" herbicide. Liberty is a trade name for Bayer's glufosinate weedkiller. Together with Monsanto's Roundup Ready crops, Bayer's Liberty Link crops are one of the two main types of GM herbicide resistant crops, but glufosinate is a controversial herbicide. In January 2009, the European Parliament voted to ban pesticides classified as carcinogenic, mutagenic or toxic to reproduction. As a result the permit for glufosinate will not be renewed. A European Food Safety Authority (EFSA) evaluation states that glufosinate poses a high risk to mammals. It is classified as reprotoxic, because of research evidence that it can cause premature birth, intra-uterine death and abortions in rats. Japanese studies show that the substance can also hamper the development and activity of the human brain. Bayer's systemic insecticide Imidacloprid, sold in some countries under the name Gaucho, and Clothianidin, have also proven highly controversial as they are widely believed to have contributed significantly to bee deaths. There have been calls for these neonicotinoids to be withdrawn as seed dressings for crops that might affect bees, or even for a complete ban on their use. In May 2008 German authorities blamed Clothianidin for the deaths of millions of honeybees, and the German Federal Office of Consumer Protection and Food Safety (BVL) suspended the registration for eight pesticide seed treatment products, including Clothianidin and Imidacloprid, on maize and rape.

In 2008, Bayer CropScience was at the centre of a huge controversy in the aftermath of an explosion at one of its U.S. pesticide production facilities. A U.S. Congressional investigation found faulty safety systems, significant shortcomings with the emergency procedures and a lack of employee training had led to the explosion which killed two employees. The region apparently narrowly escaped a catastrophe that could have surpassed the 1984 Bhopal disaster. According to the Congressional investigation: "Evidence obtained by the committee demonstrates that Bayer engaged in a campaign of secrecy by withholding critical information from local, county and state emergency responders; by restricting the use of information provided to federal investigators; by undermining news outlets and citizen groups concerned about the dangers posed by Bayer's activities; and by providing inaccurate and misleading information to the public." Bayer CropScience were found to have deliberately removed and destroyed evidence after the chemical explosion.
Bayer CropScience has been involved in a large number of controversies related to GM crops, perhaps most notably the contamination in 2006 of much of the US long-grain rice supply by Bayer's unapproved Liberty Link GM rice. This caused the U.S. rice industry's worst ever crisis with:
  • over 40% of US rice exports negatively affected
  • multiple federal lawsuits filed
  • trade with the 25-nation EU at a standstill
  • other countries banning US long-grain rice imports
  • many other countries requiring testing of all imports of U.S. rice
  • some markets for medium- and short-grain rice being affected
  • another unapproved Bayer GM rice (LL62) also being detected in U.S. rice supplies
  • US rice farmers being warned they would never again be able to validly describe their crop as "GM-free".
Tellingly, a key factor in the sale of Aventis CropScience to Bayer was a similar crisis involving GM maize. The Starlink fiasco started when in October 2000 traces of an Aventis GM maize (corn) called StarLink showed up in the food supply in the U.S. even though it only had approval for animal feeds or industrial use. Starlink was not approved for human consumption because the Environmental Protection Agency couldn't rule out the possibility that humans would be allergic to it. The agency's approval had been conditional on Aventis's agreement to keep Starlink from being eaten by humans.

The Starlink fiasco eventually led to a massive recall of over 300 U.S. food brands due to the enormous scale of the contamination. ABC News reported in late November 2000, "In Iowa, StarLink corn represented 1 percent of the total [maize] crop, only 1 percent. It has tainted 50 percent of the harvest." The 'StarLink' gene also showed up unexpectedly in a second company's maize and in US maize exports. United Press International reported, "Aventis CropScience Wednesday was at a loss to explain why another variety of corn besides its StarLink brand is producing the [StarLink] Cry9C protein."  U.S. maize exports to big buyers were badly hurt. Federal officials blamed the unauthorized appearance of geneticially engineered maize in the food supply solely on its manufacturer. 

Consultar extenso material sobre o assunto cartel farmacêutico em: http://opadml.blogspot.com.br/

Experimentação Animal - alguns conceitos essenciais e números .....


Experimentação animal - conceitos, números ..... 
Informe-se.

Norah André

"Se você não gosta das minhas opiniões, saia!. Mas lembre-se, os animais não podem deixar as gaiolas que os aprisionam. Eles estão cativos e em sofrimento. Ao se aconchegar em sua cama esta noite, tente imaginar a dor e o sofrimento que eles enfrentam dia após dia e noite após noite. 
Da próxima vez que você deixar cair um pouco de sabão em seus olhos, tente imaginar  a dor persistindo por 3 ou 4 dias de cada vez. Da próxima vez que você tiver uma dor de estômago, tente imaginar o líquido tóxico está sendo derramado pela sua garganta até você vomitar sangue e sangrar até a morte. Da próxima vez que você bater sua cabeça, tente imaginar ser um macaco  recebendo uma placa de aço batendo em seu crânio a 50 quilômetros por hora.
Então, e só então, você deve se sentir compelido a dizer-me que estou errado sobre minhas opiniões. Pois todas estas coisas aconteceram em nome da ciência. Eles continuam em abundância até este dia. "
   -Rikki Rockett (baterista norte-americano, mais conhecido por "Poison" em sua banda hard rock )


Experimentação animal - conceitos, números .....
Informe-se.

Vamos tentar expor alguns conceitos básicos de forma simplificada, de forma a que um número cada vez maior de nós possa ter acesso a informações fundamentais para um ativismo informado e eficaz.

A experimentação animal envolve o uso de termos como: "experimentação animal", "pesquisas com animais", "testes in vivo", "vivissecção" etc. 
Todos estes termos tem denotações semelhantes, mas conotações diferentes. 
Literalmente, "vivissecção" significa o "corte" de um animal vivo e, historicamente, refere-se apenas aos experimentos que envolveram a dissecação de animais vivos. 
O termo "vivissecção" é ocasionalmente usado para se referir pejorativamente a qualquer experimento com animais vivos. 
Por exemplo, a Enciclopédia Britânica define "vivissecção" como: "Operação em um animal vivo para fins experimentais, em vez de fins de cura, mais amplamente, toda a experimentação em animais vivos", embora os dicionários afirmem que a definição mais ampla é "usado apenas por pessoas que se opõem a esse trabalho". 

A palavra tem uma conotação negativa, o que implica tortura, sofrimento e morte. 
A palavra "vivissecção" é preferida por aqueles que se opõem a esta pesquisa, enquanto os cientistas normalmente usam o termo "experimentação animal". 
Os testes em animais, também conhecidos como "experimentação animal, pesquisa com animais e ensaios in vivo", referem-se à utilização de animais não humanos em experiências.

Dito de outra forma: 
- testes de toxicidade In Vivo são os testes realizados em animais com o objetivo de saber o efeito danoso de determinado produto químico. 
- já os testes de toxicidade In Vitro correspondem à  análise científica dos efeitos de substâncias químicas tóxicas em culturas de bactérias ou grupos de células de mamíferos


Números
Mundialmente estima-se que o número de animais vertebrados assim utilizados __desde peixes-zebra a primatas não-humanos __ varia de dezenas de milhões para mais de 100 milhões utilizados anualmente. 
Segundo esta estimativa seriam cerca de 274.000 por dia, ou três a cada segundo. No entanto, esta estimativa é unicamente para animais vertebrados. 

Estima-se que a União Europeia utiliza em torno de 10,5 milhões de animais vertebrados a cada ano: 28.800 por dia ou um a cada três segundos. 
Os EUA tem sido caracteristicamente "incapazes" de registrar o número de animais utilizados, e não registram oficialmente o total de roedores que sofrem e morrem com a experimentação no país. 
Um ponto médio das estimativas é de 18,5 milhões por ano, o que corresponde a 50.700 por dia, ou uma a cada 1,7 segundos. 
As estatísticas oficiais são compiladas no Reino Unido e disponibilizados no site do Ministério do Interior, mas há muitos problemas com essas estatísticas. 
As últimas estatísticas mostram que o uso de animais em 2010 teria totalizado 3.724.726 animais. Isso equivale a 10.205 por dia, ou uma a cada oito segundos e meio. 
Isso parece  indicar que o Reino Unido é responsável por 35% dos animais utilizados na UE.





Invertebrados, camundongos, ratos, pássaros, peixes, rãs, e os animais ainda não desmamados não estão incluídos nos números acima. 
Uma estimativa de camundongos e ratos usados nos Estados Unidos só em 2001 sugere que o número destes animais "testados" teria sido de 80 milhões. 




As "fontes fornecedoras de animais de laboratório" variam entre países e espécies, a maioria dos animais são propositadamente de "raça pura", enquanto outros são capturados na natureza ou fornecidos pelos concessionários, a partir de leilões e muitas libras de "preço". 

A pesquisa é realizada dentro de universidades, escolas médicas, empresas farmacêuticas, fazendas, estabelecimentos de defesa e instalações comerciais que fornecem animais para testes de serviços para a indústria. 
 Ela inclui pesquisa pura __ como a genética, biologia do desenvolvimento, estudos comportamentais, __ bem como a pesquisa aplicada: como a pesquisa biomédica, o xenotransplante, testes de drogas e os testes toxicológicos, incluindo testes de cosméticos. 

Testes em animais também são usados nas áreas da educação, criação de animais, e de defesa. 
A prática é regulamentada em vários graus em diferentes países. 

Ou, seja definindo conceitos essenciais: 
Se vocês estão acompanhando com atenção o assunto "vivissecção" e "experimentação animal", então vocês já compreenderam que: 
- ela acontece em faculdades de quinta categoria, a título de "ensino", uma vez que elas não investem em recursos de ensino adequados e éticos. 
- ela acontece em "projetos de pesquisa" de pseudo-cientistas, em faculdades de quinta categoria, que recebem verbas milionárias para pseudo-projetos, que não revertem em benefícios à saúde humana. 
- ela acontece em "instalações contratadas" pelos fabricantes de produtos postos à venda no mercado para consumo 
- ela acontece "a pedidos" dos laboratórios farmacêuticos e seus lobbies, que "normalmente contratam os serviços de laboratórios genocidas", para fugir de suas responsabilidades em relação aos remédios que fabricam. 
- existem criaturas cujo "negócio" é "fabricar animais para vivissecção" (são os biotérios).




Todos os anos, mais de cem milhões de animais são dissecados, infectados, injetados, gaseados, envenenados, queimados e cegados em laboratórios escondidos nas universidades e centros de pesquisa em todo o mundo. 
Animais são também usados para testar a segurança dos cosméticos, produtos de limpeza domésticos e outros produtos de consumo. 



De fato, 94% dos testes em animais é feito para determinar a segurança dos cosméticos e produtos domésticos, deixando apenas 6% para a investigação médica! 





Estes primatas inocentes, cães, gatos, coelhos, roedores e outros animais são usados contra a sua vontade como sujeitos de pesquisa em experimentos e procedimentos que devem ser considerados como sadicamente cruéis. 

Certamente não foram realizados em nome da ciência. 
 A maioria dos animais são sacrificados depois de utilizados em um experimento; isto se a experiência em si não matá-los. 
Isto é, são animais perfeitamente sãos e saudáveis que são "experimentados", induzindo-se neles uma "doença artificial" intencionalmente e/ou causando-lhes danos deliberadamente.

 Os pesquisadores afirmam que deve ser permitido o acesso irrestrito aos animais para experiências, a fim de encontrar a cura para doenças humanas, mas eles se recusam a resolver os graves problemas éticos de torturar criaturas sencientes para fins de pesquisa. Acima disso, o excesso de confiança em experimentação animal, historicamente, tem impedido o avanço científico e segurança humana em perigo, pois os resultados de pesquisas com animais, normalmente, não podem ser aplicados aos seres humanos
Na verdade, os cientistas poderiam salvar mais vidas humanas por meio de pesquisa não-animal e assim testar valendo-se de métodos que são mais precisos e eficientes. 




O Jornal da Associação Médica Americana informou em abril de 1998 que as reações adversas a medicamentos (os quais devem primeiro passar por uma bateria de testes em animais) matam mais de 100 mil pessoas a cada ano. 
Os testes em animais falharam em prever esses perigos. Isso não é surpreendente, pois animais não-humanos não são capazes de relacionar os efeitos colaterais mais comuns que ocorrem com medicamentos de prescrição, tais como dores de cabeça, tonturas, mal-estar, depressão ou náuseas. 
Estes sintomas são muitas vezes os sinais de alerta iniciais de problemas mais graves.

O video acima, muito bom em reunir certos conceitos fundamentais, que estamos tratando em nossas postagens aqui no blog, peca apenas por não apontar para a principal causa de porque os experimentos em animais ainda são mantidos, apesar de seus resultados serem absolutamente não confiáveis: DINHEIRO, muito dinheiro envolvido nesta "indústria" __ que vai desde os "fabricantes de animais transgênicos ou beagles de "raça pura", numa ponta e, na outra, os lobbies farmacêuticos e sua "medicina de perpetuação de dependência de medicamentos" que não curam doenças humanas, mas rendem bilhões em royalties.



 FÁBRICAS de DINHEIRO de SANGUE 

Nos referindo aqui apenas às experiências em primatas realizadas nos EUA. Estima-se que cerca de 125 mil animais assim morrem por ano, em "testes de vacinas", "experimentos invasivos de seus cérebros", "testes de privação materna", "testes farmacêuticos", testes de toxicidade de substâncias, testes para a indústria militar de armas e seus "treinamentos de guerra". 
Os testes de privação materna __ o nome que dão a esta indústria de captação de verbas __ vem acontecendo há mais de 5 décadas, desde que o infame Harry Harlow os iniciou com os "experimentos" que ficaram conhecidos como "mãe de arame". 
Note-se que este torturador estúpido era professor da Wisconsin-Madison, o mesmo antro que agora os repete em "nova versão", como o fazem também o Oregon National Primate Research Center, a Wake Forest University & a University of Washington. 

Para colocá-lo simplesmente: 
 "Dado que os animais não sofrem de doenças humanas, e os seres humanos não sofrem de doenças animais, a vivissecção não pode funcionar. " 
- Gary Yourofsky 





fontes dos números /estatísticas fornecidos acima: 
Peta: http://www.peta.org/issues/animals-used-for-experimentation/primates-in-laboratories.aspx
Occupy for Animals



terça-feira, 9 de abril de 2013

Conheça o que você come - PERUS

Da série CONHEÇA o que você COME

Norah André

Estes são perus selvagens.
E não os que o homem reproduz em suas granjas industriais.
Não apenas conseguem voar, como são capazes de pequenos vôos de até 75 km/hora.

Os chamados "perus domésticos" (aqueles que a Sadia e outras empresas de carnificina põem à venda no mercado empacotados e sem cabeça, já "preparados" ) não conseguem alçar vôo devido ao seu excesso de peso: super-alimentados e mantidos em minúsculos espaços, não se exercitam e costumam se tornar muito pesados e com peito com muito acúmulo de gordura e de peso.
Nunca tiveram a chance sequer de voar ou abrir convenientemente as asas ...

Livres na natureza, os perus dormem em árvores, longe do alcance dos seus predadores naturais.
(Claro, nada podem fazer para se defender dos homens ....)
Pela manhã dão gritinhos de "bom dia" e todos respondem, como forma de conferirem se todos estão bem e a salvo, depois do período noturno. Só então descem das árvores.


As mamães são super-protetoras de seus ovos que são muito grandes e requerem um espaço maior que outras aves para colocá-los.

Apenas os perus meninos fazem aquele som de "gluglu", usado para se tornar atraentes para suas parceiras. As meninas fazem um som mais discreto e baixo.
Benjamin Franklin afirmou lamentar ter sido a águia o animal escolhido para representar o país (segundo ele, lhe faltam os atributos morais: é um animal covarde, barulhento e vive roubando ...) Já o peru, segundo ele, é um animal muito mais respeitável e nativo exclusivamente da América do Norte.

Hoje cerca de 300 milhões destas aves são abatidos anualmente nos EUA. Grande parte delas para "festividades" celebradas pelos americanos, como o ThanksGiving Day ou as festas de Natal e Fim de Ano. Aqui no Brasil, este cenário não é diferente.

A morte e a tortura começam muito antes da chegada do caminhão que transportará estas aves para o abate. Ela é, na verdade, um processo crônico e torturante com as aves mantidas apertadas em gaiolas minúsculas, em meio aos seus próprios excrementos.



Depois do martírio da jornada, são abatidas neste processo de se tornarem "ceia" para os humanos:




Se pudessem se fazer ouvir, com certeza estas aves nos diriam:
Meu nome não é "chester" e eu não um "produto" para o Natal.
Sou um ser vivente com apego à vida, tal como você.

Se por acaso você acredita que este é um "papo furado", ou que animais não tem sentimentos e apegos, confiram este relato aqui embaixo.



A vida de Joe Hutto mudou por completo quando um fazendeiro do local onde vive deixou uma cesta de ovos de peru na porta de sua casa. Estes fatos foram objeto de um belo documentário feito pela Nature este ano.
Ele descobriu as alegrias da maternidade ao ser adotado por estas belezinhas:
- descobrindo a "mamãe":



- "caçando" com a "mamãe" aos 3 meses de idade:



Talvez você repense seus hábitos e veja com outros olhos o que aparece empacotado com cara de "coisa industrializada" nos supermercados.

Tente trazer VIDA e não MORTE à sua ceia.
Com quase toda a certeza esta parece uma forma muito mais legítima de honrar o nascimento da LUZ entre os homens os finais de ano.
Namaste

FORÇA TAREFA contra a PUXADA de Cavalos em POMERODE - SC


Há aproximadamente 15 anos acontece em Pomerode e outras cidades do Vale do Itajaí, Santa Catarina, algo que os locais denominam de "Puxada de Cavalos". Trata-se de uma "competição", na qual cavalos são submetidos ao arrasto de cargas que ultrapassam seus limites físicos.
Como muito bem afirma a matéria publicada no site da OBA Floripa, "a “Puxada” se constitui em fazer com que indefesos cavalos sejam forçados a puxar cargas de até 2 toneladas, sem rodas, o que lhes provoca intenso stress e lesões físicas graves, como deslocamento de articulações, fraturas etc. Para que realizem tais esforços hercúleos, são treinados à base de pancadas e golpes de corrente." (http://www.obafloripa.org/blog/?s=puxada+de+cavalos)

Para um acesso a um material extenso, que inclui alguns videos, deste absurdo praticado contra os cavalos, obrigados a puxar terra acima uma carga sem rodas, consulte:
http://www.obafloripa.org/blog/2009/08/protesto-contra-a-puxada-de-cavalos-em-pomerodesc/


Ou:



Em 2010, ativistas que se manifestaram contra este ABUSO e CRUELDADE chegaram a ser agredidos pelos adeptos desta prática. O que, aliás, não deveria ser fonte de surpresa para ninguém, já que quem é capaz de ter comportamento de violência e maus-tratos em relação a animais, com certeza é capaz de reproduzir o mesmo "repertório" em relação a seres humanos.
Novamente no dia 13 de novembro de 2011 data da realização de outro abuso público, 16 ativistas valorosamente tornaram a expressar o repúdio que a sociedade experimenta contra esta "comemoração" em Pomerode, desta vez com proteção policial.


Difícil acreditar que uma PROMOTORA do Ministério Público de Pomerode haja dado uma "resposta" como a que se segue, a título de "esclarecimentos" aos ativistas, publicada neste link, para conferência dos interessados.
http://sauerkrautpomer.blogspot.com.br/2012/10/esclarecimentospuxada-de-cavalos-em.html
Segundo a Promotora de Justiça  Márcia Denise Kandler Bittencourt Massaro ,os maus tratos aos animais não estariam sequer evidenciados e menos ainda comprovados! .........  
(note-se que o site em questão sai em defesa desta "tradição", como a chamam ...)


 "A informação dos organizadores do evento é de que os animais que participam das provas são os mesmos que trabalham nas lavouras de suas propriedades.
Diante disso, considerando que por mais que as entidades protetoras dos animais afirmem que a atividade cause sofrimento aos animais, isso não se verifica de plano e precisa ser constatado, sendo completamente temerário por um membro do Ministério Público fazer uma afirmação sem constatação ou provas, solicitei apoio da Polícia Militar e da Cidasc para acompanhar o evento, o que foi realizado, com a condução pessoal dos trabalhos pelo Comandante da Polícia Militar de Pomerode e de três médicos veterinários da Cidasc.


Assim, visando por fim ao caso mediante a demonstração técnica acerca da ocorrência, ou não, de sofrimento aos animais que participam da Puxada, requisitei à Cidasc a coleta de dados para a realização de perícia técnica destinada a atestar a ocorrência, ou não, de maus tratos ao cavalos participantes do evento."

É claro! Como era de se esperar, suas declarações fizeram a alegria dos exploradores daqueles pobres animais! .........




Fica aqui apenas a pergunta: de que outro tipo de "evidência" precisa o Ministério Público? ..........
Uma boa idéia talvez fosse submeter os "peritos" ao mesmo tipo de carga e esforço de tração em plataformas sem rodas .....

I - PETIÇÃO: A AMA BICHOS criou uma petição que exige o FIM das Puxadas em Santa Catarina. Seria muito bom se todos assinássemos e compartilhássemos este link:(lembrando-se de confirmar a assinatura posteriormente através de e-mail de validação que será imediatamente encaminhado à sua caixa de entrada)


http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1989


II - ENVIO de Mensagens pela PROIBIÇÃO das PUXADAS em Pomerode e em todo o Estado de Santa Catarina.
Você pode colaborar da tentativa que vem sendo feita há anos para fazer valer a proibição deste triste evento em que cavalos são levados ao limite de sua resistência física e submetidos a intensos maus-tratos, capazes inclusive de por em risco suas vidas, escrevendo para as autoridades de Santa Catarina e ao município de Pomerode, para que se façam cumprir os dispositivos constitucionais que vedam a crueldade praticada contra animais no Brasil, considerados CRIMES pelo artigo 225, parágrafo 1o, inciso VII da Constituição Brasileira, com amparo na lei federal complementar 9605/98

Escrever para:

cmich@pm.sc.gov.br,
vicegovernador@gvg.sc.gov.br,
pge@pge.sc.gov.br,
gabs@sea.sc.gov.br,
seccasacivil@scc.sc.gov.br,
secretario@secom.sc.gov.br,
gabsae@sae.sc.gov.br,
san@san.sc.gov.br,
assuntosestrategicos@gge.sc.gov.br,
sjc@sjc.sc.gov.br,
gabinetesecretario@ssp.sc.gov.br,
sed@sed.rct-sc.br,
ci@alesc.sc.gov.br,
presidencia@tce.sc.gov.br,
tjmail@tj.sc.gov.br,
cee@cee.sc.gov.br,
ouvidoria@mp.sc.gov.br,
cidado@camara.gov.br,
cmtg@pm.sc.gov.br,
cme@mp.sc.gov.br,
ouvidoria@pomerode.sc.gov.br,
moira@pomerode.sc.gov.br,
prefeito@pomerode.sc.gov.br ,
viceprefeita@pomerode.sc.gov.br ,



Título: à sua livre escolha, preferencialmente trocados a cada envio, para evitar os filtros de spam
(algumas sugestões: Cumpram-se os dispositivos constitucionais; Boicote a Santa Catarina; Santa Catarina hoje envergonha o Brasil; Crueldade é crime e como tal tem que ser tratada; Exigimos o fim desta bestialidade; etc.)

Carta-Modelo

Prezados Senhores,

É inaceitável que um ato tão vergonhoso como as "Puxadas de Cavalos" continue a ser realizado, promovido, e até estimulado, na região do Vale do Itajaí, sob qualquer pretexto.

Nossa Constituição é muito clara ao vedar os maus-tratos e crueldade com animais, conforme reza o Artigo 225, parágrafo 1o, inciso VII de seu texto, em que expressamente se declara como uma atribuição do Estado brasileiro inibir a crueldade praticada contra os animais e configura como crime qualquer ato ou prática que gere este efeito.

Apesar disto, uma prática hedionda de apenas 15 anos é mantida á título de "tradição".
A referida “Puxada”, como certamente é do seu conhecimento, refere-se a uma prática, recorrente na região, em que cavalos indefesos são forçados a puxar cargas de até 2 toneladas, sem rodas, o que lhes provoca intenso stress e lesões físicas graves, tais como deslocamento de articulações, fraturas etc. Para que realizem tais esforços, que por si sós constituem um ato de crueldade que lhes é imposta, são treinados à base de pancadas e golpes de corrente, o que claramente configura um segundo tipo de maus-tratos e abuso.

Eu, abaixo-assinado, exijo que esta barbárie disfarçada de "tradição" seja finalmente banida e proibida, para o que conto com a sua urgente e rigorosa atuação.

A título de consulta, remeto-lhes os seguintes videos, postados em:
http://www.obafloripa.org/blog/2009/08/protesto-contra-a-puxada-de-cavalos-em-pomerodesc/

Informo-lhe ainda da existência de uma petição pública neste sentido, já com milhares de assinaturas, o que caracteriza o REPÚDIO da sociedade brasileira:
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1989

Santa Catarina tem hoje uma imagem EXTREMAMENTE NEGATIVA aos olhos dos demais estados brasileiros, bem como internacionalmente, no que diz repeito aos abusos praticados contra animais que ainda permite no Estado. Como certamente é do seu conhecimento, o estado já vem sendo objeto de boicote em seu turismo, por conta da licenciosidade com que trata a famigerada Farra do Boi que, apesar de declarada ILEGAL por lei federal, continua a ocorrer a céu abeto, sem que se caracterize o devido empenho da polícia militar para impedí-la ou punir aqueles que violam a LEI. As notícias que no chegaram este ano, não apenas de Florianópolis, mas igualmente de Governador Ceso Ramos este ano, form vistas por nós como uma AFRONTA pessoal e um absoluto descumprimento das lei vigentes.

As declarações feitas pela Promotoria de Pomerode no ano passado, em novembro de 2012, na voz da Promotora de Justiça Márcia Denise Kandler Bittencourt Massaro, de que os maus tratos em questão não estariam "comprovados" são algo que efetivamente nos surpreendeu da forma mais negativa possível, por sua contradição óbvia ao mínimo de senso comum .... O que mais, além dos videos, fartamente disponíveis na internet, precisa a Promotoria?

Cavalos exaustos e mortos em cima de suas mesas?

Sendo assim, além de promover o DURO COMBATE à perpetuação ilegal da Farra do Boi, solicitamos urgentes medidas LEGAIS para impedir que a Lei Maior continue a ser desrespeitada em solo catarinense, como o que claramente acontece nos municípios que patrocinam "competições" de crueldade a título de "diversão", como é certamente o caso das referidas "Puxadas".

Atenciosamente,

(seu nome, documento de identidade, profissão)

Diretiva REACH - A IMPOSTURA do fim dos testes em cosméticos na União Européia - Informe-se

A IMPOSTURA da UE -  REACH

Norah

Na verdade, estamos diante de um AUMENTO EXPRESSIVO dos testes em animais em toda a União Européia.
Entenda como e porquê.

Só o consumidor consciente __ associado ao devido compromisso com o ativismo, tornado agora cada vez mais indispensável __ pode fazer com que mais de 54 milhões de animais tenham a chance (ainda que remota) , de não morrer assassinados em "testes de toxicidade" apenas no território da UE.
Mais uma vez, fica clara a importância extrema de nos mantermos MUITO BEM INFORMADOS sobre o que de fato acontece.




Desta vez a impostura e a tentativa de enganar os cidadãos e consumidores tem nome e até sigla própria: REACH


A que corresponde a sigla REACH? 

Registry, Evaluation  Authorization & Restriction for CHemical Substances (Registro, Avaliação,  Autorização e Restrição de Substâncias Químicas). 
Segue abaixo, em pdf, o documento oficial publicado pela UE:
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ%3AL%3A2007%3A136%3A0003%3A0280%3Aen%3APDF

A Diretiva da União Européia que atende a este nome levou à criação de uma uma Agência Européia que regula os produtos químicos em toda a UE.
Na prática, o que vemos é que Nada mudou. Na verdade, SÓ PIOROU!
Tal como eu antecipava. O "fim" dos testes em produtos cosméticos em animais na UE é uma GRANDE MENTIRA.
Na letra miúda do "grande anúncio" descobrimos que simultaneamente foi incluída a já aprovada a Diretiv
a da União Européia, com peso de lei, que OBRIGA à TESTAGEM em ANIMAIS dos ingredientes empregados em sua fabricação.
Com a diretiva REACH, cerca de 54 milhões de animais deverão estar MORTOS __ depois de intensamente envenenados, em "testes de toxicidade" __ até o ano de 2018.


Vou tentar explicar qual é o "esquemão vivisseccionista" da UE, que pretendeu nos enganar a todos, tratando-nos como crianças inocentes, ao afirmar que "cosméticos testados em animais não seriam mais comercializados no território da UE" ..... 

Pelo contrário, agora, mais do que nunca, cabe ao consumidor SÓ COMPRAR produtos cosméticos que tragam o antigo SELO CRUELTY-FREE. A grande maioria dos 8000 e tantos ingredientes usados por fabricantes de cosméticos será afetada pelo REACH, Diretiva aprovada pela União Européia, que levará a um AUMENTO EXPRESSIVO dos testes em animais. 
Especificamente o REACH determina que qualquer ingrediente ter sofrido qualquer "tratamento químico" que preceda a sua utilização em produtos variados, será obrigatoriamente testado em animais. 
Existem atualmente 143 MIL substâncias na lista para posterior "testagem em animais", seja para a indústria de cosméticos ou não. Por exemplo, a lavanda é isenta do teste, mas não o óleo essencial de lavanda. 
E são precisamente os ingredientes mais naturais, geralmente aqueles usados por empresas que se opõem à experimentação animal, que são mais susceptíveis de serem testados em animais, agora mais do que antes.
http://ec.europa.eu/consumers/sectors/cosmetics/animal-testing/index_en.htm

Diretiva da UE incluída no link da LUSH:

Contre les testes sur les animaux / Contra os testes em animais

Ou seja, enquanto nos tratam como idiotas nos oferecendo "um picolé" __ dizendo que acabaram com os testes na indústria de cosméticos __ criam uma regulamentação, que inclui a criação de um SELO chamado REACH Compliance __ que OBRIGA à testagem em animais de todos os ingredientes usados, seja na indústria de cosméticos ou fora dela. 
Na prática o efeito disso é MULTIPLICAR por mais de MIL o número de testes hoje realizados em animais. Numa estimativa modesta, os cálculos são de que cerca de 54 milhões de animais sejam ENVENENADOS apenas até o ano de 2018.


Abaixo o link da própria União Européia denominado "Serviços regulatórios do REACH EU":
EU REACH - Regulation Services
Sugiro que dêem uma considerável dose de atenção ao seu conteúdo....

Para quem quer se manter informado e não gosta de ser tratado como um tolo abobalhado, uma vez que a questão é grave e envolve o aumento maciço dos testes de toxicidade em animais.
A comunicação abaixo, feita pela UE, é clara, até porque não foi encontrada no meio da "propaganda enganosa" que a UE promoveu com relação à indústria de cosméticas.

REACH - Environment - European Commission
Ela é clara ao afirmar que pretende abarcar, sob testes em animais, TODOS os ingredientes usados na fabricação de produtos postos para consumo no mercado da UE:


"The aim of REACH is to improve the protection of human health and the environment through the better and earlier identification of the intrinsic properties of chemical substances. At the same time, REACH aims to enhance innovation and competitiveness of the EU chemicals industry. The benefits of the REACH system will come gradually, as more and more substances are phased into REACH."


Traduzindo um pequeno extrato do material "oficial" do link da UE, acima, vemos como, a título de "proteger o meio ambiente", os testes em animais (e suas mortes por envenenamento em "testes de toxicidade") serão consideravelmente ampliados e incentivados, porque agora obrigatórios!

"O objetivo do REACH é melhorar a proteção da saúde humana e do meio ambiente através da identificação melhor e mais cedo das propriedades intrínsecas das substâncias químicas. Ao mesmo tempo, o REACH visa promover a inovação e a competitividade da indústria química da UE. Os benefícios do sistema REACH virão gradualmente, conforme mais e mais substâncias vão sendo integradas ao REACH."
O Reach pretende a "construção de um banco de dados público, no qual os consumidores e profissionais podem encontrar informações sobre os perigos" de cada substância."

"Uma das principais razões para a elaboração e aprovação do Regulamento REACH foi a de que um grande número de substâncias que já foram fabricados e colocados no mercado na Europa por muitos anos, às vezes em quantidades muito elevadas, e ainda não há informações suficientes sobre os riscos que eles representam para a saúde humana e o meio ambiente. Há uma necessidade de preencher estas lacunas de informação para garantir que a indústria é capaz de avaliar os perigos e riscos das substâncias, e identificar e implementar as medidas de gestão de risco para proteger os seres humanos e o meio ambiente."





A REALIDADE NUNCA é o que PARECE. 


 Faço questão de postar os links da própria UE e de outras pessoas igualmente comprometidas com os direitos animais como eu, para que não precisem "acreditar em mim", mas tenham a chance de verificar por si mesmas. 
RESUMINDO: a nova lei que proíbe a comercialização de produtos em animais na União Européia NÃO é o que parece! ALERTA REDOBRADO daqui pra frente! NA VERDADE, corresponderá a um AUMENTO CONSIDERÁVEL dos testes realizados em ANIMAIS. 
Leia a tradução rápido do texto em francês da LUSH acima citado: 

"A proibição de testes em animais de ingredientes cosméticos esconde um aumento maciço de testes em animais na Europa
 Em 15 de janeiro de 2003, a Diretiva Europeia sobre cosméticos foi alterada para proibir a experimentação em animais para as empresas fabricantes de cosméticos. Grupos de ação e indivíduos que lutaram contra os testes em animais receberam a notícia como uma vitória significativa, comemorada como tal. 
 Esta proibição foi possível porque a opinião pública européia tem sido sensibilizada com relação aos testes sofridos pelos animais para sua maquiagem e produtos de higiene, e são esses consumidores que exigiam que os animais não sofrem e morrem não para eles. É hoje um dado adquirido que os testes de cosméticos em animais ficam no passado: nenhuma empresa presta-se mais a isso e eles são proibidos de fazer.
 [A referida "probição de comercialização" entrou em vigor na UE no último dia 11 de março] 

Isto SERIA verdade, se não houvesse um novo quadro legislativo denominado REACH (Registro, Avaliação e Autorização de Produtos Químicos). Os objetivos do REACH são louváveis: para assegurar que os produtos químicos sejam melhor regulados para a nossa saúde ou para o ambiente sua utilização deve ser restrita e sua segurança "verificada". 
No entanto, a segurança dos produtos químicos será determinada a partir de dados recolhidos em animais, e, se um produto químico não foi anteriormente testado em animais, então tais testes deverão ser realizados."

A REALIDADE NUNCA é o que PARECE II

PORTANTO, MAIS do que NUNCA, o consumidor de produtos comercializados na UE (e no Brasil) DEVERÁ estar SEMPRE ATENTO ao SELO CRUELTY-FREE nas embalagens, sua ÚNICA verdadeira garantia de compra de um produto ÉTICO.
No link a Gaia confirma a recomendação aos consumidores, de forma imperativa.




http://www.gaia.be/fr/actualite/experimentation-animale-pour-produits-chimiques-gaia-denonce-le-laxisme-de-la-belgique-aupres-de-la-commission-europeenne


A VERGONHOSA ATITUDE da UNIÃO EUROPÉIA chegou ao absurdo de postar documentos em pdf sobre o REACH em 11 de março de 2013, associados à divulgação "festiva" e MENTIROSA do fim da comercialização de produtos cosméticos testados em animais em toda a UE __ inclusive se vangloriando de que mesmo testes realizados em outros países seriam razão para exclusão da venda de produtos pelas empresas que os encomendassem no exterior __ e depois simplesmente fazê-los DESAPARECER, sem qualquer explicação ... 

Estou estudando a questão. Tentando, pelo menos, já que todo este assunto é intencionalmente mantido obscuro,
Mas ao que parece um fundo de 50 milhões de euros foi estabelecido para que se proceda intensamente a testes de toxicidade em animais. 
De qualquer forma, para mim basta ter lido a letra pequena do que foi publicado. Como qualquer contrato, atenção máxima deve ser dispensada às letras pequenininhas: 
"However, the majority of ingredients that go into cosmetics are ingredients that are also in use in many other consumer and industrial products, such as in pharmaceuticals, detergents, food, paints etc. They may therefore be subject to animal testing requirements under these respective legal frameworks." 
"The Commission was required, according to Article 4a (2.3) of the Cosmetics Directive, to analyze whether for technical reasons one or more of the complex tests covered by the 2013 marketing ban will not be developed and validated before 11 March 2013. In case alternative methods would not be available the Commission had to assess whether to make a legislative proposal in relation to the 2013 marketing ban. First, the Commission assessed the availability of alternative methods to animal testing by 2013. A Technical Report was prepared, based on wide scientific expertise, subject to a public consultation and coordinated by the Commission’s Joint Research Centre. Based on this Technical Report the Commission reported to the European Parliament and the Council in September 2011 that alternative methods for the respective endpoints will not yet be available by 2013 Second, the Commission carried out an impact assessment to assess whether to make a legislative proposal given that the full replacement of animal tests by alternatives is not yet possible. A targeted stakeholder consultation was carried out between 7 December 2010 and 15 April 2011. See the consultation document and the answers received."

Curiosamente, não consigo mais encontrar o link de onde este trecho foi inicialmente extraído por mim ....

De qualquer forma ficam assim registrados os fatos, para conhecimento de todos.
Numa próxima postagem vou tentar reunir o que podemos todos fazer a respeito.
Conversando com amigos do exterior, há apenas 2 coisas que todos podemos e devemos fazer!
- de imediato: não acreditar na tal "proibição" de comercialização de cosméticos e continuarmos, MAIS do que NUNCA, e comprarmos EXCLUSIVAMENTE os produtos que tragam o antigo selo CRUELTY-FREE em suas embalagens.
- a médio prazo, reunirmos forças internacionalmente, e ajudamos os europeus a conseguir o HUM MILHÃO de assinaturas na INICIATIVA POPULAR dos cidadãos da União Européia contra a VIVISSECÇÃO.
A iniciativa chama-se STOP Vivissection!

(- obs: existem outras petições, que não tem a força de uma Iniciativa Popular, mas que vou divulgar assim mesmo, na próxima postagem para assinarmos.)




Mais uma vez vemos como, além da fraude envolvida inerentemente na experimentação animal, fraudes de outras naturezas são irreverentemente empregadas para manter, a todo preço, esta indecente e lucrativa forma hedionda de exploração animal, onde todos saímos perdendo, animais não-humanos e humanos.

Namaste

ADENDOS para CONSULTA:

* Abaixo o link em pdf da declaração da União Européia sobre a pseudo "proibição da comercialização de produtos cosméticos testados em animais", que confirma e valida o ALERTA de CAUTELA EXTREMA, postado abaixo, sobre a diretiva REACH. 
EXIJA, mais do que nunca, o SELO CRUELTY-FREE! 
link em francês:
http://www.vegactu.com/actualite/leurope-dans-lembarras-pour-les-tests-sur-animaux-dans-les-cosmetiques-4485/



** COMUNICADO do : Doctors Against Animal Experiments sobre a IMPOSTURA da UE e a famigerada DIRETIVA REACH. 
 Material foi obtido em francês no link postado ao final. Tradução rápida, sem grande preocupação com erros de concordância. 
"Culturas de células de pele cultivadas em frascos de plástico podem ser usadas para avaliar a corrosividade das substâncias de teste na pele. Fonte: - Médicos Contra a Experimentação Animal 
Outro grande problema é o plano de REACH (Registro, Avaliação e Autorização de Produtos Químicos), que, sob o pretexto de eliminar o mais tóxico para a nossa saúde, exige testes, mesmo quando não há alternativa à experimentação animal. Como um produto cosmético pode não ser testados em animais, uma vez que contém um produto químico usado em mais de uma tonelada por ano na Europa tem de ser testado? (ainda que não há um método alternativo de testar animais  [segundo afirma a UE])? 
Entramos em contato com a União Europeia no início de fevereiro para saber mais sobre as ligações entre o alcance do REACH e a proibição de testes em animais em cosméticos, e não obtivemos nenhuma resposta. Segunda-feira 11 de março, pela manhã, foi realmente disponibilizado um PDF on-line , explicando a relação entre o protocolo e o novo Regulamento REACH em cosméticos. Basicamente, ele afirmava que o REACH ainda era válido até mesmo com relação aos cosméticos. Estranhamente, querendo vê-lo novamente em 11 de março à noite para escrever este artigo, o PDF foi removido, e em todos esses idiomas. ............. e a União Europeia tem permanentemente removidos suas notícias sobre a regulamentação de 11 de Março de 2013, no site europa.eu.
" Só podemos lamentar a falta de transparência da União Europeia sobre esta questão, e diz-se que se a Europa tem algo a esconder, o que não é certamente uma boa surpresa."
http://www.vegactu.com/actualite/leurope-dans-lembarras-pour-les-tests-sur-animaux-dans-les-cosmetiques-4485/