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quarta-feira, 14 de março de 2012

Temos este direito?

A fronteira tênue entre ciência e crueldade na rotina dos laboratórios esquenta no mundo todo o debate sobre a vivissecção


Escrito por Rodrigo Vergara
Publicado na Revista Super Interessante em junho de 2011

Os alunos que ingressaram este ano no curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP) verão menos sangue que seus veteranos durante a estada na faculdade. Pela primeira vez, a universidade vai abolir o sacrifício de cães em aulas sobre “o efeito de drogas na função cardiorrespiratória”. Nessa disciplina, os estudantes testemunham os efeitos de várias substâncias sobre os batimentos cardíacos e a freqüência respiratória. Agora, em vez de verem essas reações no tórax aberto de um animal anestesiado, que depois será morto, os alunos aprenderão com uma simulação em computador. Mudança semelhante ocorreu há um ano nas aulas de técnica cirúrgica na USP. Em vez de treinar sutura em coelhos, que depois eram sacrificados, os alunos passaram a “costurar” cães e gatos mortos naturalmente. As duas mudanças, ao que tudo indica, são definitivas.

Elas fazem parte de um movimento mundial de combate ao uso de animais em laboratórios, não só no ensino, mas também na pesquisa biomédica e para testar artigos de limpeza e cosméticos.

As mudanças são incontáveis e quase diárias mundo afora: de fabricantes de cosméticos que anunciam que não vão mais testar seus produtos em coelhos a governos que aprovam leis mais restritivas aos testes. No final do ano passado, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os países desenvolvidos, anunciou sua intenção de abolir o DL50, um teste de toxicidade em que 20 ratos recebem doses crescentes da substância testada até dez deles morrerem. A decisão significa que produtos testados com o DL50 serão barrados nesses países. Em tempo: as alternativas para o DL50 usam, no máximo, nove animais. Ou seja: o sacrifício animal diminui, mas continua existindo.

Segundo Alan Goldberg, diretor do Centro de Alternativas para Testes em Animais da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, tido como uma autoridade no assunto, “desde 1976 o uso de animais usados em pesquisa biomédica caiu 15% no mundo todo”. Ainda assim, estima-se que a ciência sacrifique 40 milhões de animais no mundo por ano.

Para muita gente, no entanto, a redução está longe de resolver a questão. O problema é: podemos utilizar os animais para pesquisa? Os grupos de proteção dos direitos dos animais vêem na pesquisa com cobaias, conhecida como vivissecção – que significa “cortar vivo” –, dois enormes calcanhares-de-aquiles: o primeiro é que os testes seriam inúteis. Depois, mesmo que eles fossem úteis ou, mais que isso, vitais, ainda assim não teríamos o direito de fazê-los.

O principal argumento antivivissecção, que prega sua absoluta inutilidade, está expresso nas palavras do médico inglês Robert Sharpe, autor de Science on Trial (Ciência em julgamento, inédito no Brasil): “Homens e animais têm organismos e reações bioquímicas diferentes. Se um estudo com hamsters achar a cura do câncer, ela servirá só para curar o câncer em hamsters”. O efeito carcinogênico do cigarro é um caso clássico. Embora amplamente atestada por estudos epidemiológicos, a ligação entre câncer e tabaco seguiu sob suspeita por vários anos porque a doença não pôde ser reproduzida em animais. Por muito tempo, a indústria tabagista aproveitou o fato para negar o teor tóxico do seu produto.

“O uso de animais em laboratório é um recurso retórico. Usando diferentes espécies em projetos diferentes, os pesquisadores podem encontrar evidências que sustentam qualquer teoria”, diz Neal Barnard, presidente do Comitê Médico por uma Medicina Responsável, dos Estados Unidos. “No caso do cigarro, tanto as provas de que o tabaco é cancerígeno quanto as que asseguram sua inocência usaram animais como base.”

A crítica à suposta inutilidade dos testes em animais se estende às pesquisas de novas drogas. Apesar do enorme número de cobaias sacrificadas para testar a eficácia e os efeitos colaterais de novas substâncias, 95% dos fármacos aprovados em animais acabam descartados nos testes em voluntários humanos e não chegam ao mercado. Uma revisão realizada pelo governo americano nas drogas lançadas entre 1976 e 1985 revelou que 51,5% delas ofereciam riscos não previstos nos testes.

Vale também o raciocínio inverso: ao testar substâncias em animais, os cientistas poderiam descartar drogas promissoras para humanos só porque elas causaram mal a ratos ou porcos. A aspirina, por exemplo, causa deformidades nas crias de roedores, cães, gatos e macacos, embora para nós seja segura. Já a penicilina é fatal para o porquinho-da-índia.

A tese que valida a vivissecção surgiu no século XIX, quando o médico francês Claude Bernard começou a teorizar sobre a lógica científica do uso de cobaias. Ele defendia que todo conhecimento obtido em animais era válido para humanos. Hoje, poucos cientistas, mesmo os que se utilizam de vivissecção, sustentariam sua tese nua e crua. Mas a maioria crê que as diferenças entre humanos e não-humanos são superáveis. “Animais e homens são mais semelhantes que diferentes”, diz Marco Aurélio Amorim, coordenador da comissão de ética no uso de animais em laboratório da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Maria Helena Catelli de Carvalho, professora do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, concorda: “O projeto genoma mostrou que somos muito parecidos com ratos e camundongos”. E Alan Goldberg, do Johns Hopkins, completa: “Diferimos nos detalhes, mas somos parecidos o suficiente com animais para permitir paralelos.

Tomemos o caso da insulina, responsável por controlar o nível de açúcar no sangue. Ela cumpre essa função em várias espécies, além do homem”. Goldberg continua: “Em um animal, a insulina pode ser levemente diferente da insulina humana, mas é a mesma substância e tem as mesmas propriedades”.

O segundo round dessa disputa, ainda sobre a utilidade da vivissecção, diz respeito às conquistas da pesquisa biomédica, como vacinas e antibióticos. De acordo com a organização americana Fundação para a Pesquisa Médica, a evolução da expectativa de vida, que saltou de 47 anos, em 1900, para 75 anos, em 1985, nos Estados Unidos, deve-se a pesquisas com animais. Ou seja, os milhões de animais sacrificados salvaram milhões de vidas humanas. “O médico inglês William Harvey não teria feito suas famosas descobertas sobre a circulação do sangue em 1628 se não fosse por suas experiências com cervos ”, escreve Deborah Rudacille em seu livro The Scalpel and the Butterfly (O bisturi e a borboleta, inédito no Brasil), sobre a história da vivissecção. E novas descobertas ocorrem a cada dia. Em Boston, vítimas de derrame recuperaram-se graças a injeções de células de feto de porco.

Os antivivisseccionistas acham esses resultados insuficientes para justificar o sacrifício de milhões de animais. Primeiro, eles duvidam do papel de vacinas, antibióticos e hipertensivos na evolução da saúde humana. Além disso, sustentam que a medicina tem muito menos bala na agulha para combater as doenças do que seus propagandistas querem fazer crer. Ou seja: os benefícios humanos, se existem, não compensam os custos animais.

Estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos indicam que 90% dos fatores que determinariam a longevidade de uma pessoa devem-se ao estilo de vida, ao meio ambiente e à hereditariedade. Só 10% dependeriam da assistência médica (leia mais sobre isso em “A medicina doente”, capa da edição de maio da SUPER). Mas órgãos do governo americano que financiam pesquisas gastam em estudos com animais – ou seja, voltadas para o modelo biomédico – o dobro do que despendem em pesquisas em humanos.

Nessa guerra de argumentos, os antivivisseccionistas marcaram pontos importantes. Com publicidade agressiva, divulgaram imagens dos bichos estripados e atingiram a comunidade científica. Pesquisa realizada nos Estados Unidos por Scott Plous, da Wesleyan University, Connecticut, revelou que psicólogos graduados nos anos 90 têm metade da disposição em apoiar pesquisa com animais do que os titulados nos anos 70. Empresas com nomes associados à crueldade aboliram o teste de animais, temendo boicote dos consumidores. Muitas delas, após porem fim ao uso de cobaias, aproveitaram o fato como arma de marketing e adotaram um selo em seus produtos indicando que aboliram a vivissecção.

A mudança no mundo da ciência e das empresas acabou forjando um novo modelo para testes, hoje prevalente, que reconhece o sofrimento dos animais e se propõe a substituí-los por técnicas alternativas. Mas há ressalvas. Nos casos em que o bicho for considerado imprescindível, o máximo de alinhamento ético por parte dos cientistas é reduzir ao mínimo possível o sofrimento e a quantidade de cobaias.

Na esteira do novo modelo experimental, os métodos alternativos multiplicaram-se. Há hoje desde pele artificial a simulações de computador (leia quadro com exemplos nesta página). As ONGs que defendem o direito dos animais à vida sustentam que esses métodos podem substituir rigorosamente todos os testes com bichos.

A vitória dos ativistas, curiosamente, acabou resultando em ganhos de precisão e eficácia para a ciência. A redução do estresse e a padronização das condições do cativeiro reduziram o número de mortes de cobaias. E pesquisas recentes revelaram que barulho, manuseio, higiene e superlotação nos biotérios influenciam diretamente os resultados. “As cobras do Butantã passaram a produzir sete vezes mais veneno e a viver oito anos, em vez de um, depois que a coleta de veneno passou a ser feita com as serpentes anestesiadas”, diz Roberto Sogayar, do Instituto de Biociências da Unesp, em Botucatu, e ex-presidente da Comissão de Ética e Legislação do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal.

Muitos pesquisadores discordam frontalmente. “Os testes in vitro são úteis, mas continuam pobres perto da acurácia que há nos testes em organismos vivos”, diz a professora Zuleica Bruno Fortes, do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. “Além disso, certas substâncias só podem ser estudadas em um organismo vivo. Quando o animal morre, elas desaparecem. São procedimentos para os quais a vivissecção é imprescindível.” Sheila Moura, da Sociedade Fala Bicho, acredita que essa resistência esconde um dogma. “Muitos cientistas reconhecem que existem substitutos para os animais, mas ainda assim usam as cobaias por medo de que seu estudo seja questionado por não usar o método tradicional. Essa mentalidade precisa mudar.”

O segundo grande argumento antivivissecção é que não interessa se o uso de animais ajuda ou não a ciência: nós simplesmente não temos o direito de sacrificá-los. “A questão é moral. Se há um dilema em usar animais, então temos de buscar alternativas. Mas, se os usamos sob o argumento de que não há alternativas, então nunca vamos encontrá-las”, diz Rita Leal Paixão, professora do Departamento de Fisiologia e Farmacologia da Universidade Federal Fluminense, pesquisadora de ética aplicada e bioética da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz. Alguns exemplos corroboram suas palavras. Na Inglaterra, a proibição de usar animais para praticar microcirurgia levou à adoção de técnicas que usam placenta humana. Para o filósofo australiano Peter Singer, autor de Animal Liberation (Liberação dos animais, inédito no Brasil), um clássico sobre o assunto, há, sim, um problema ético em usar qualquer ser capaz de sentir dor.

A classificação dos seres em humanos e não-humanos, para Singer, configura “especismo”, uma discriminação que equivaleria ao racismo. “Há animais cujas vidas, por quaisquer critérios, são mais valiosos que as vidas de alguns seres humanos. Um chimpanzé ou um porco tem um grau mais alto de autoconsciência e uma maior capacidade de relações significativas do que uma criança com uma doença mental séria”, diz Singer. Ou seja: quem admite cortar um macaco em nome da ciência teria que admitir também cortar uma criança com paralisia cerebral, por exemplo. “Um dia, a experimentação animal será considerada tão absurda como hoje nos é a idéia do holocausto, da escravidão, da inquisição”, diz Sheila Moura, da Sociedade Fala Bicho. É ver para crer.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ALTERNATIVAS ÉTICAS à experimentação animal


HÁ ALTERNATIVAS suficientes que substituem plenamente os testes com animais.
Basta ação, informação e pressão para acabarmos definitivamente com a VIVISSECÇÃO.
O texto  abaixo é de autoria de nossa colaboradora do Cadeia, Marlene Chaves.
Conheça você mesmo quais são elas: assim você saberá que não há qualquer justificativa, ética ou da ordem da necessidade real, para a vivissecção e a realização de excperiências em animais.
Digam o que quiserem dizer, os pseudo-cientistas e as grandes corporações da indústria farmacêutica. 
Lembrando a todos, inclusive, que há mais de 4 anos a USP já desenvolveu a pele sintética, ainda não usada pelas grandes corporações como alternativa.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u631911.shtml
 Parece que acham MAIS BARATO MATAR do que investir em recursos científicos eficientes e éticos.

 PESQUISA CLÍNICA E EPIDEMIOLÓGICA
São métodos de pesquisas simples, mas muito importantes. É o estudo das doenças humanas em indivíduos e em populações específicas. A pesquisa clínica usa voluntários humanos, estudo de casos clínicos, autópsia, análise estatística com observação clínica da doença. Para ajudar os seres humanos, é necessário estudar as doenças que afetam os humanos, e não doenças inoculadas artificialmente em animais.

 CULTURA CELULAR E TISSULAR
Células isoladas de humanos e tecido animal (para uso na medicina veterinária), são cultivadas fora do corpo, após a separação de seu tecido original ou órgão. Com este procedimento, não há o problema de diferença de espécies. Estes testes são extremamente eficientes para testar toxidade e teste de irritação. As culturas orgânicas podem ser usadas na área de bioquímica, pesquisa de câncer, genética, imunologia, farmacologia, radiação, toxologia, e pesquisas de vírus.

 TÉCNICAS DE IMAGENS NÃO INVASIVAS
O desenvolvimento de técnicas não invasivas como: CAT - utiliza computadores na reconstrução de imagens tridimensionais do corpo humano através do Raio-X. MRI (Magnetic Resonance Imaging) - permite a visualização de imagens detalhadas do interior do corpo humano, sem injeção de substâncias radioativas. PET (Positron Emission Tomograph) e SPECT (Single Photon Emission Computerized Tomograph) - usados em estudos de doenças cerebrovasculares e distúrbios psiquiátricos. Estes métodos têm revolucionado a pesquisa clínica. São equipamentos que permitem a avaliação de doenças humanas nos pacientes. Por exemplo, estes equipamentos escaneadores têm validado o diagnóstico precoce e avaliação da doença de Alzheimer, doença de Huntington, tumores "musculoesqueletais", mal de Parkison, doenças "cerebrovasculares", e têm contribuido no conhecimento do corpo em ciências básicas.

 TESTE "AMES"
Criado pelo Dr. Bruce Ames, da Universidade da Califórnia em Bekerley, este teste "in vitro" checa substâncias cancerígenas usando a "bactéria salmonella", a qual produz câncer nos seres humanos e outros mamíferos. O teste dura cerca de 2-3 dias e o custo é muito menor que o custo com a utilização do modelo animal.

 PLACENTA
A placenta humana, que geralmente é descartada após o nascimento de uma criança, pode ser usada na prática de cirurgia microvascular, e no teste de toxidade de químicas, drogas e poluentes. Não tem custo e o material é 100% humano.

 FARMACOLOGIA QUANTA
É uma técnica computadorizada usada na química teorética do estudo da estrutura molecular de drogas e seus receptores no organismo. Usando o conhecimento existente é possível predizer através da estrutura da droga qual o efeito no órgão humano em epígrafe.

 EYETEX
Em substituição ao "Draize Eye Irritancy Test" (feito nos olhos dos coelhos), é o uso de uma proteína líquida que imita a reação do olho humano.

 CROMATOGRAFIA E ESPECTROSCOPIA
Para separar drogas no nível molecular para identificar suas propriedades, podendo detectar a trajetória de drogas e seus danos aos humanos.

 AUTÓPSIAS E ESTUDOS "POST-MORTEM"
A necropsia humana é o exame após a morte de tecidos e órgãos do corpo humano para determinar a causa da morte ou existência das condições patológicas. Estudo que tem sido responsável pela descoberta e descrição de muitas doenças.

 ESTUDOS MICROBIOLÓGICOS
Microorganismos como bactéria, são apropriados para visualização de um grande número de toxinas, pois se reproduzem rapidamente.

 AUDIO-VISUAL
Utilizado no treinamento de médicos de medicina humana e veterinária e também no ensino médio, em lugar da"dissecação".

 ADM (Agarose Diffusion Method)
Criado em 1960 para determinar a toxidade de plásticos e outros materiais sintéticos usados na medicina em válvulas cardíacas, etc. CORROSITEX É um teste "in vitro" para avaliação do potencial de corrosividade dérmica de químicas diversas. Desenvolvido pelo "In Vitro International, Inc.", a técnica possibilita testar uma substância química ou várias (drogas) em uma barreira de pele artifical feita de colágeno. Abaixo daquela camada tem um líquido contendo um corrante indicador de PH que muda a cor quando entra em contato com a química a ser testada. A corrosividade da química é determinada pelo tempo que leva para penetrar na pele artificial e provocar a mudança de coloração.

 KITS DIVERSOS
Dispomos de kits para todas as finalidades, como técnicas de sutura e laparoscopia, treinamento cirúrgico e dissecação (incluindo modelos anatômicos). Principalmente para dissecação, temos várias opções com modelos perfeitos de animais.


MODELOS SINTÉTICOS (SIMULADORES) Capazes de reproduzir exatamente a anatomia humana. Para treinamento dos médicos e enfermeiros dos pronto socorros no atendimento aos feridos por traumas em acidentes (perfurações toráxicas, abdominais, fraturas extensas, traumatismo craniano etc). Bem como para a formação de veterinários.Para o estudo na gradução dos alunos de Medicina, Veterinária Enfermagem.






Hoje só MATA e TORTURA animais em nome da "ciência" e dos lucros das grandes corporações, quem quer e gosta.


E não quer investir dinheiro em instrumentos considerados capazes de produzir resultados fidedignos para o ensino e a pesquisa. 


NAZISMO ESPECISTA praticando o HOLOCAUSTO ANIMAL.





Mengheli com certeza estaria orgulhoso com os sucessores e herdeiros dos seus talentos de torturador e impostor.

Namaste

sexta-feira, 29 de julho de 2011

FORÇA-TAREFA contra as 4 "fábricas" de Beagles para VIVISSECÇÃO

ALERTA VERMELHO: Depois da RECUSA pelo Condado de Yorkshire em permitir a construção em East Riding das 4 "fábricas de beagles" no Reino Unido, a "proponente", Marshall BioResources, resolveu recorrer da decisão.



Se aprovada, esta indústria assassina "fabricará" cães para posterior "revenda" para experimentação animal e vivissecção.


Infelizmente, a recusa inicial foi estabelecida, não por motivos ÉTICOS, mas por considerações de trânsito e transporte (!), por incompatibilidade julgada diante do PPG13: Transport and policy G2 of the Holderness District Wide Local Plan Adopted - April 1999.

Assim, o que comemoramos como um fato julgado e uma recusa definitiva para este "empreendimento", volta a assombrar os ativistas dos direitos animais em todo o mundo. Sendo assim, precisamos retomar com URGÊNCIA o nosso envio permanente de mensagens CONTRA esta indústria de vítimas para a vivissecção e impedir que o que foi antes considerado uma VITÓRIA, venha dar lugar a uma AUSCHWITZ no Reino Unido, justo no momento em que a sociedade inglesa e o mundo se mobilizam CONTRA este comércio assassino injustificável, mantido apenas em nome do LUCRO e da FALSA CIÊNCIA, já que sabidamente existem alternativas éticas de pesquisa e estudo que dispensam a utilização, o sofrimento, a tortura e a morte de animais.


Outras informações:


ERYC Appeal Case Number:11/00047/REFUSE  - este foi o documento oficial da RECUSA, daquilo que foi inicialmente proposto como as a asquerosa proposta de nome Planning Application Number 11/01324/STPLF. 

Planning Inspectorate Reference: Numbers:APP/E2001/A/11/2156819​/NWF

Appeal Starting Date:25th July 2011
Appellant: Mr Roy Sutcliffe, B & K Universal Ltd. 



ENVIAR E-MAILS para:
beverley.dc@eastriding.gov.ukm.grove@cssyorkshire.competer@peterturner.karoo.co.uk,brian@skow.orangehome.co.uk 


COM CÓPIA ABERTA PARA C/C:
 britishembassyenquiries@gmail.comconsularassistance@fco.gov.uk,press.office@consilium.europa.eu
derekroland.clark@europarl.europa.euroger.helmer@europarl.europa.euemma.mcclarkin@europarl.europa.eubill.newtondunn@europarl.europa.euglenis.willmott@europarl.europa.eujohnstuart.agnew@europarl.europa.eudavid.campbellbannerman@europarl.europa.euandrew.duff@europarl.europa.euvicky.ford@europarl.europa.eurichard.howitt@europarl.europa.eurobert.sturdy@europarl.europa.eu, geoffrey.vanorden@europarl.europa.eugerard.batten@europarl.europa.eumary.honeyball@europarl.europa.eusyed.kamall@europarl.europa.eujean.lambert@europarl.europa.eusarah.ludford@europarl.europa.euclaude.moraes@europarl.europa.eu, charles.tannock@europarl.europa.eumarina.yannakoudakis@europarl.europa.eumartin.callanan@europarl.europa.eufiona.hall@europarl.europa.eustephen.hughes@europarl.europa.eurobert.atkins@europarl.europa.euchris@chrisdaviesmep.org.ukjacqueline.foster@europarl.europa.eunick.griffin@europarl.europa.eusajjad.karim@europarl.europa.euarlene.mccarthy@europarl.europa.eupaul.nuttall@europarl.europa.eubrian.simpson@europarl.europa.eubairbre.debrun@europarl.europa.eudiane.dodds@europarl.europa.eujames.nicholson@europarl.europa.euian.hudghton@europarl.europa.eugeorge.lyon@europarl.europa.eudavid.martin@europarl.europa.eualyn.smith@europarl.europa.eustruan.stevenson@europarl.europa.eucatherine.stihler@europarl.europa.eumarta.andreasen@europarl.europa.eurichardjames.ashworth@europarl.europa.eucatherine.bearder@europarl.europa.eusharon.bowles@europarl.europa.eunirj.deva@europarl.europa.eu
nigel.farage@europarl.europa.eudaniel.hannan@europarl.europa.eupeter.skinner@europarl.europa.eukeith.taylor@europarl.europa.eu,  giles.chichester@europarl.europa.eutrevor.colman@europarl.europa.euwilliam.dartmouth@europarl.europa.euashley.fox@europarl.europa.eujulie.girling@europarl.europa.eugraham.watson@europarl.europa.eujohn.bufton@europarl.europa.eu, Jill.evans@europarl.europa.eukay.swinburne@europarl.europa.euderek.vaughan@europarl.europa.euphilip.bradbourn@europarl.europa.eumichael.cashman@europarl.europa.eumalcolm.harbour@europarl.europa.euelizabeth.lynne@europarl.europa.eumichaelhenry.nattrass@europarl.europa.euandrew.brons@europarl.europa.eu



Títulos sugeridos: Estes ou quaisquer outros, relacionados ao assunto, de preferência mudados a cada dia, como forma de burlar os filtros de Spam.
Do NOT accept this HIDEOUS ENTERPRISE
We will judge you by the ETHICAL criteria you adopt in relation to animal rights
Do NOT allow this to gappen: England has its HONOUR to sustain
This is NOT a business proposal: this is a SHAME to England
Say NO to animal mass murder and torture


Mensagem sugerida:


To the YORKSHIRE COUNCIL Planning Department,
Dear Sirs,

Ref: Planning Application Number 11/01324/STPLF.

I was deeply shocked by the news that you are considering the uphauling possibility of reviewing your previous REFUSAL of allowing Marshall Farms to demolish the old buildings on the site of the longly closed UK vivisection breeder B&K Universal in order to build new torture installations, which sole purpose would be construction of 4 units for use in breeding beagle dogs for vivissection.
Needless to say, It was very disappointing to me to know that the former criteria that led to your previous decision 

were not based on ETHICAL values, but exclusively in pragmatical considerations of PPG13: Transport and polucy G2 of the Holderness District Wide Local Plan, adopted in 1999.


At the time, we thought better of you. Now you have the opportunity of doing the RIGHT THING, solely based on humane considerations and Ethics, based on good science's criteria.


This insistant proposal made by Mr Roy Sutcliffe, on behalf of the hideous financial interests of B & K Universal Ltd, goes against every line of british standrds of ethics and confronts the image England has a highly civilized first-leading country in fighting animal exploration and vivissection.
You country was historically the first country to go openly against this unethical and unnecessary procedure. This is the reputation the UK has conquered before the world's public opinion.
I just cannot understand why, in the name of money, you would put to ground the honour of your country in such a shameless way.
Please notice that if this barbaric permission is granted, many thousands of beagles will be imprisoned in the kennels onsite to be sent on to labs for toxicology research experiments, where these sentient animals will be poisoned on a daily basis and suffer a painful, lingering death.
Please make it a point of honour, in respect for Britain's tradition, NOT to allow Marshall Farms to expand their sick business and reach out into the UK. 
In a nutshell, I firmly urge you to REFUSE this infamous request  & its appeal (Planning Application Number 11/01324/STPLF), made on the 25th July.
The United Kingdom is much greater than this sordid & barbaric proposal, which would only downgrade you before the international public opinion.
Please help England to remain remembered by its high standards of ethics and decency, by sustaining human and animal rights,

Yours sincerely,



(Seu nome apenas)